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A H&M Magazine resolveu montar um ensaio com a modelo Jacquelyn Jablonski sobre o novo Boho Chic. Gostei das fotos e por isso resolvi mostrá-las aqui. Contudo, não fui capaz de abandonar minhas reflexões sobre essa tendência nada momentânea. Então, além das imagens vocês serão contemplados com minha opinião sobre a “nova” onda Boho. Espero que gostem.

Essa necessidade estabelecida de se classificar tudo na vida me cansa um pouquinho. O que importa uma nomenclatura? Por acaso “o que chamamos rosa sob outra designação não teria igual perfume?” (#aloka, parafraseando Shakespeare)
Então, para quê complicar? Não seria uma maravilha se livrar de todas essas amarras ditatoriais e esquecer se isso é Fashion ou não é, se é moderno (já tá até velha essa) ou não é, se é it, se é hippie, se é country, se é bohemian… para!
O que, em sua vida, vai mudar se você souber que Boho – a palavrinha mais usada em editoriais no momento (a.k.a desde 2004) – é uma contração de bohemian e traduz um estilo que mistura o hippie, o étnico, o folk, o punk e o vintage?

Aliás, quem sabe o que é tudo isso? Você? Sério, posso apostar que quase ninguém sabe a distinção real de cada um destes rótulos. Até porque eles são mesmo um amontoado de coisas que se aglomeram e se complementam. Não dá muito pra distinguir.

Uns podem achar o boho mais vintage, outros mais folk e aí? Quem vai discutir?

Ah não, tem franja é boho.
Não, não, franja é country.
Chega né!?

Veja as imagens, compartilhe os gostos, experimente as roupas, faça tudo o que quiser, sem se importar com etiquetas e seja feliz. Este é meu maior conselho. Se conheça, não se cobre tanto. Saber meia dúzia de palavras da moda podem até lhe dar uma fama de cool, mas esse será apenas mais um rótulo para você carregar.

Imagens: Didry in Alexi Lubomirski’s

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