Quando decidiu entrar na Casa Mais Vigiada do Brasil, Adriana Sant’Anna não imaginava que sua imagem pudesse mudar tanto. Ou, no máximo, acreditou que qualquer transformação seria para melhor.
Pobre Adriana, uma menina bem apessoada, com um corpitcho tão jeitozinho – tal como pode-se comprovar em seu ensaio para o Paparazzo – prejudicada pela aceitação de um convite acima de qualquer suspeita.

Mas também, como supor que haveria, no meio do seu caminho, não uma pedra, e sim, a edição de abril da revista VIP e sua produção não tão bem intencionada.

Não fosse a inveja de alguma mocinha casadoira participando da equipe do ensaio fotográfico, talvez ela até se saísse bem. Porém, Adriana não passou incólume ao fervor novelístico que comanda as ações sociais e foi obrigada a se transformar em uma espécie de Zenilda de Holanda (ao melhor estilo A Indomada), ou pior, virou a mais nova integrante do grupo de meninas que habitavam a Casa de Campo de Renata Sorrah.

Sério gente, sem brincadeiras agora. Para quê isso? O que foi que fizeram com o cabelo da menina (para dizer o mínimo)? A intenção era produzir fotos instigantes, sedutoras, que dessem a Adriana um ar selvagem, ou mostrar como é possivel esculhambar alguém a ponte de transformá-la em uma prostituta de quinta categoria? Porque, convenhamos, essas fotinhos que ilustram o recheio da revista mais parecem um calendário bagaceiro de borracharia de beira de estrada, ou o catálogo de algum bordel do nordeste, do que qualquer outra coisa.
Desculpa aí, gente, mas o trabalho de vocês avacalhou demais com a sister. Ninguém merece isso #prontofalei.

Imagens: Paparazzo & revista VIP

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