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Mesmo sob a alcunha de Ready-to-wear (pronto para usar), muito do que se vê nas passarelas não se aplica ao dia-a-dia de pobre mortais. Talvez até entre no quarda-roupas de Lady Gaga e da (queridona) Anna Dello Russo (editora da Vogue Japão), mas aí já vira show novamente.
Claro que quando os estilistas produzem uma coleção, eles buscam apresentar mais uma tendência do que o produto final em si. Agora, se (como eu) você não acredita muito nessa história (de tendência) e quer é se sentir bem, do seu jeito, com roupas que lhe valorizem de verdade e lhe ajudem a melhorar sua auto-estima, aí o olhar sobre os desfiles deve ser outro. Afinal, não adianta nada estar antenada em tudo o que rola na moda, se na hora de fazê-la funcionar ao seu favor você virar vítima dela. Transparências são uma maravilha nas passarelas, porém, não caem nada bem sobre aquela bordinha de catupiri instalada no abdômen, não é?! Por isso, é preciso ter consciência corporal e não se frustrar com o que é idealizado para poucos. Mais vale uma roupinha básica valorizando o que você tem, do que uma super produção – baseada nas últimas tendências – que lhe deixa um traste. Pensando nisso, fiz um super post com as produções mais usáveis do desfile da Semana de Moda de Paris. E aí, o que vocês acharam das minhas escolhas?

Imagens: Style

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